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Estética que Posiciona: O Novo Código Visual dos Eventos Corporativos

  • Foto do escritor: Henrique Conrado
    Henrique Conrado
  • 18 de set. de 2025
  • 1 min de leitura

Para se destacar no mercado, grandes empresas apostam em posicionamento, marketing e no princípio de se reinventar, que, na prática, é a arte de fazer algo novo a partir do que já existe.


Uma máxima da construção de imagem afirma: não basta ser bom, é necessário parecer bom. É nesse enredo que a estética deixa de ser acessório e passa a ser estratégia. Acompanhar as tendências do mercado não é vaidade visual, é parte do briefing.


Para que um evento não passe despercebido, é fundamental que o público compreenda a mensagem que está sendo transmitida. Nesse contexto, a estética intencional ganha protagonismo.


Estamos falando de ambientes que respiram dinamismo e que comunicam engajamento com uma decoração voltada a comunicar com clareza o propósito da empresa.


Outra tendência em ascensão entre grandes marcas é a criação de experiências imersivas e sensoriais|. Esses recursos não apenas entretêm, eles atraem, engajam e conectam. Ao traduzirem o DNA da empresa de forma intuitiva e emocional, constroem pertencimento e percepção de valor com naturalidade.


E em um cenário onde a reputação ESG tem peso estratégico, a cenografia sustentável se torna prioridade. A reutilização criativa de elementos, o uso de materiais de baixo impacto e escolhas conscientes reforçam o compromisso ambiental e consolidam uma imagem moderna e ética, tanto para colaboradores quanto para o público externo.


Essas não são apenas tendências visuais. São decisões que comunicam com força e posicionamento.

 
 
 

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